quarta-feira, 9 de maio de 2012

Plano de Curso


Universidade Federal de Alagoas



 PLANO DE CURSO
 



Disciplina: Educação Matemática e Formação Docente



 EMENTA DA DISCIPLINA
 



Estudo sobre a trajetória histórica da Educação Matemática, focalizando ainda a Formação de Professores que atuam nesta área, como também propor debates e reflexões sobre a utilização das Tecnologias da Informação e comunicação neste campo científico.



 OBJETIVOS DA DISCIPLINA
 



Geral:
Proporcionar o estudo e a reflexão sobre a Educação Matemática e seu contexto histórico, sobre a Formação Docente de Professores que atuam nesta área, focalizando ainda a utilização de aplicativos tecnológicos neste campo científico.

Específicos:
. Retomar historicamente a trajetória da Educação Matemática e sua influência no contexto escolar;
. Favorecer reflexões sobre a prática docente e sua atuação na educação matemática;
. Oferecer aos professores a indicação de instrumentos teórico-práticos para a organização e preparação de aplicativos tecnológicos que possam ser incorporados na prática e nas aulas dos profissionais que atuam com educação matemática.


 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 



A disciplina será composta de três unidades temáticas:

UNIDADE
UNIDADE TEMÁTICA

Unidade I: História da Educação Matemática.





. A história da educação Matemática: questões historiográficas e políticas e reflexos na Educação Matemática.
(Ubiratan D’Ambrósio).

Unidade II: Formação Docente e Educação Matemática.





Formação de professores de Matemática sob a perspectiva do desenvolvimento profissional.
(Geraldo Perez).


Unidade III: Educação Matemática e Tecnologia.





Tecnologias na Educação Matemática e reorganização do pensamento.
(Marcelo C. Borba).




 METODOLOGIA
 




A disciplina será desenvolvida na modalidade à distância com apenas um encontro presencial em forma de seminário onde serão apresentados os artigos construídos por meio da leitura e dos estudos feitos com o material indicado no blog. A síntese destes artigos será apresentada em forma de Power Point. Os encontros à distância ocorrerão por meio da participação no blog da disciplina onde serão disponibilizados mídias, tecnologias e recursos variados como os textos, apresentação em Power Point, vídeos, visando um ambiente de aprendizagem colaborativo. Quanto ao artigo produzido deverá ter no máximo 8 páginas e mínimo 5 páginas, texto com espaçamento 1,5 e fonte Times New Roman e as referências segundo normas da ABNT.



 AVALIAÇÃO 


Será processual e contínua, valendo-se ainda de critérios como: assiduidade na participação do blog, cumprimento das atividades, leituras e postagens dos comentários, além da participação e apresentação do momento presencial em forma de seminário.
 AB1 (Avaliação das produções realizadas no blog);
AB2  (apresentação do Seminário no momento presencial).

  AB1 (6 PONTOS)                                                       

UNIDADE
ATIVIDADE
POSTAGEM
PONTUAÇÃO

UNIDADE 1

ATIVIDADE 1

Comentário dos textos

2,0


UNIDADE 2


ATIVIDADE 2

Comentário dos textos e do vídeo.

2,0


UNIDADE 3


ATIVIDADE 3

Comentário dos textos e da apresentação postada em Power point



2,0

AB2: 4 PONTOS

ATIVIDADE
PONTUAÇÃO

Apresentação dos Seminários


4,0




CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
 



A disciplina Educação Matemática e Formação Docente será realizada por meio das leituras, participação e postagens dos comentários no blog da disciplina e por meio de um encontro presencial em forma de seminário para apresentar os trabalhos finais.

PERÍODO
SEMANA
UNIDADE
14 a 18 de maio de 2012
SEMANA 1
UNIDADE 1
21 a 25 de maio de 2012
SEMANA 2
UNIDADE 1
28 a 31 de maio de 2012
SEMANA 3
UNIDADE 2
04 a 07 de junho de 2012
SEMANA 4
UNIDADE 2
11 a 15 de junho de 2012
SEMANA 5
UNIDADE 3
18 a 22de junho de 2012
SEMANA 6
UNIDADE 3
25 a 28 de junho de 2012
SEMANA 7
Apresentação dos seminários.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORBA, Marcelo C.. Tecnologias Informáticas na Educação Matemática e reorganização do pensamento. In: BICUDO, Maria aparecida Viggiani (org.). Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1999.

D’AMBRÓSIO, Ubiratan. A História da Matemática: questões historiográficas e políticas e reflexos na Educação Matemática. In: BICUDO, Maria aparecida Viggiani. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1999.

PEREZ, Geraldo. Formação de Professores de Matemática sob a perspectiva do desenvolvimento profissional. In: BICUDO, Maria aparecida Viggiani. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1999.


BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FIORENTINI, Dário. Formação de professores de matemática: explorando novos caminhos com outros olhares. Campinas, SP: Mercado de letras, 2003.

NOBRE, Sergio; BARONI, Rosa L. S.. A pesquisa em História da matemática e suas relações com a Educação matemática.  In: BICUDO, Maria aparecida Viggiani. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1999.

PENTEADO, Miriam Godoy. Novos atores, novos cenários discutindo a inserção dos computadores na profissão docente. In: BICUDO, Maria aparecida Viggiani. Pesquisa em Educação Matemática: concepções e perspectivas. São Paulo: Editora Unesp, 1999.




História de Vida: inclusão Digital


Imagemretirada do site:http://www.adolfo.sp.gov.br/inclusaodigital.php

Meus primeiros contatos com o mundo digital se deu pela oportunidade de realizar um curso básico com a programação MS-DOS, em 1994, tinha uns 17 anos de idade, porém não cheguei a concluir o curso. Dei continuidade em outros cursos básicos como: Windows, Excel e Internet. Também participei de algumas formações continuada para professores sobre o uso de mídias e tecnologias, e foi desta forma que fui aos poucos me alfabetizando digitalmente.
Quanto ao meu interesse por aperfeiçoamento nesta área surgiu a partir do momento em que senti a necessidade de envolver alguns aplicativos tecnológicos na sala de aula e especificamente com a matemática. Vejo que o uso de aplicativos tecnológicos, podem ajudar na integração e na inclusão dos alunos com as aulas de matemática.
Percebo que muitas dificuldades surgem ao trabalhar com ferramentas digitais, devido a falta de preparação de profissionais especializados em lidar com o uso destes recursos, pois no geral muitos professores não sabem lidar com as tecnologias.
Enfim tenho dado meus primeiros passos e percebi grandes mudanças nas minhas concepções a cerca do processo de ensino com o uso de equipamentos tecnológicos.


sábado, 5 de maio de 2012

O Professor no Ensino Superior


Texto reflexivo: O Professor no Ensino Superior

Mediante as mais variadas discussões que vem ao longo dos últimos anos sendo traçada sobre a Docência no Ensino Superior, podemos conjecturar que recentemente os professores que atuam nesta modalidade venham se conscientizando da necessidade de uma capacitação própria e específica para melhor desenvolverem suas atividades docentes.
Faz-se Necessário hoje na Universidade a presença de um professor que exerça o papel de orientador de atividades que permitam seus alunos aprenderem, ao passo que este professor também seja um motivador e incentivador no desenvolvimento de seus alunos. Que este professor ainda possua domínio da tecnologia educacional, que tenha clareza da abrangência do currículo na formação enquanto profissional, que possua domínio na área pedagógica e que tenha como maior objetivo em sua docência: a aprendizagem de seus alunos.
Ressalto ainda neste texto que o professor deve ter clareza sobre os três elementos que envolvem a profissionalização de um Professor: a história de vida, sua formação e sua prática docente. Estes são fatores preponderantes para que ocorra uma aprendizagem emancipatória e de cunho crítico. Com isto, bem entendemos que a identidade profissional não se afasta das experiências de vida, tanto pessoal quanto profissional do professor, e que seu desenvolvimento profissional envolve a formação inicial e continuada, o que possibilitará mudanças em sua prática docente. Mudanças que ressignifiquem a prática docente reclamam por um espírito de abertura e de indagação crítica e sistemática por parte do professor visando à superação das dificuldades a ela inerentes. (FARIAS, p.70, 2009).
Quanto às competências específicas ao docente que atua no 3º grau, podemos citar: ter competência em uma determinada área; ter domínio na área pedagógica que envolve o processo de ensino e aprendizagem e também sobre a atuação do professor como conceptor e gestor currículos; e possuir exercício da dimensão política.
Enfim, percebemos que no Ensino Superior cresce a cessante necessidade de se rever os currículos de formação profissional, de forma que venha atender as novas exigências sobre o profissionalismo exercido na sociedade. Nossos alunos precisam discutir conosco, seus professores, os aspectos políticos de sua profissão e de seu exercício nesta sociedade, para nela saberem se posicionar como cidadãos e profissionais. (MASETTO, p.28, 1998).
REFERÊNCIAS:
FARIAS, Isabel M. ET AL. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Liber, 2009.

MASETTO, M. T. Professor universitário: um profissional da educação na atividade docente. In: MASETTO, M. T. Docência na Universidade. Campinas: Papiros, 1998.

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